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5 sinais de que está a pagar juros demasiado altos pelo seu crédito – Conteudo Patrocinado

Jornal do Ave

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Se as suas prestações mensais estão a pesar cada vez mais no orçamento, talvez esteja a pagar juros demasiado altos. Com um simulador de crédito consolidado, pode perceber rapidamente se vale a pena juntar os seus créditos num só, reduzir a taxa de esforço e poupar até 60% nas prestações mensais.

Caso sinta que o seu orçamento mensal é cada vez mais exíguo para pagar as prestações mensais dos seus créditos ao consumo, tal poderá ser um sinal de que os juros que tem de liquidar são demasiado altos.

Isto, contudo, não tem de ser uma fatalidade: antes de pensar que não há solução possível, vale a pena explorar ferramentas online como um simulador de crédito consolidado (como o do UNIBANCO, a título de exemplo), que ajudam a perceber de forma rápida e realista se pode reduzir os encargos mensais – sendo apresentado mais abaixo um exemplo prático de simulação.

Ao longo deste artigo, dar-lhe-emos a conhecer cinco sinais de que está a pagar juros excessivamente elevados no seu crédito e exploraremos, ainda, de que forma é que uma consolidação de crédito lhe permitirá poupar até 60% em prestações mensais.

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5 sinais alarmantes de que os juros do seu crédito são demasiado altos

1. Prestação mensal elevada face ao rendimento

O primeiro sinal de que está a pagar juros demasiado altos é ter uma prestação mensal demasiado elevada em relação ao rendimento.

Para perceber se esse é o seu caso, aconselhamos que calcule a sua taxa de esforço, indicador que mede a percentagem do seu rendimento que é canalizado para o pagamento mensal das suas prestações de crédito.

Por exemplo, se tem dois créditos ao consumo no valor total de 7 mil euros (que o obrigam a libertar todos os meses 450 euros em prestações) e um rendimento mensal de 950 euros, a sua taxa de esforço será de:

Fórmula da Taxa de Esforço

Encargos totais com prestações mensais / Rendimento total mensal x 100 =

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= 450 / 950 x 100 = 47,3%

Como a taxa de esforço recomendada pelo Banco de Portugal deve cifrar-se sempre abaixo dos 35%, esta percentagem de 47,3% indica que não só está a começar a experienciar dificuldades no pagamento dos seus encargos financeiros, como também paga juros demasiado altos.

2. Taxa de juro acima da média do mercado

As taxas de juro variam significativamente em função do prazo, do montante de financiamento e do tipo de crédito e, por norma, são comunicadas através do acrónimo TAN (Taxa Anual Nominal), que diz respeito ao preço do dinheiro emprestado, e da sigla TAEG (Taxa Anual de Encargos Efetiva Global), que inclui não só o preço do dinheiro, mas também despesas com impostos, comissões, etc.

É aqui que, aquando da contratação de um crédito, acaba por acontecer um erro muito comum: a não comparação entre as taxas de juro praticadas por cada instituição de crédito, o que resultará no pagamento de juros excessivamente elevados até ao término do contrato.

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Para que tenha uma indicação mais precisa das taxas de juro médias praticadas atualmente, é importante referir que, de acordo com o Banco de Portugal, a TAEG de novos créditos situa-se nos 12,8%, percentagem que, no entanto, irá variar de acordo com o tipo de crédito contratado.

3. Dificuldade em amortizar o capital da dívida

Outro dos sinais de que estará a pagar juros demasiado altos é a crescente dificuldade em saldar, a tempo e horas, o capital da dívida.

Se nota que isto está a acontecer com alguma regularidade, recomendamos que aposte o mais rapidamente possível num crédito consolidado, de modo a evitar incorrer numa situação de incumprimento.

4. Dívida estagnada ou até crescente

Se, por mais que pague as suas obrigações, continua a ter um grande valor de empréstimo para liquidar, encontra-se perante outro sinal de que os seus créditos apresentam juros demasiado altos.

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Caso solicite outro empréstimo pessoal para pagar dívidas anteriores, a dívida não só tenderá a aumentar, como poderá contribuir para o seu sobre-endividamento.

5. Vários encargos e comissões adicionais no contrato

As letras minúsculas de um contrato de crédito incluem, não raras vezes, comissões e encargos adicionais que o cliente desatento só irá sentir quando estiver a pagar as prestações mensais.

Assim, se as prestações mensais lhe custam cada vez mais a pagar, é sinal de que os juros do seu contrato foram inflacionados pela presença de, por exemplo, comissões de abertura de contrato, seguros, manutenção de conta ou transferência de fundos.

Possibilidade de poupar através de processos de renegociação ou consolidação

Como já tivemos oportunidade de sublinhar, se começou a notar que é cada vez mais difícil proceder ao pagamento das suas prestações mensais, tal é sinal de que a sua taxa de esforço é demasiado alta, estando na altura de poupar através da renegociação ou da consolidação de créditos.

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Se empreender uma renegociação de créditos, manterá a sua dívida, mas poderá usufruir de períodos de carência e de um prolongamento do prazo de reembolso. No caso da consolidação, a intervenção é mais radical e, a longo prazo, mais frutuosa para a sua carteira, senão vejamos:

Vamos pegar nos 7 mil euros em créditos que tem para pagar e na taxa de esforço de 47,3% que calculámos anteriormente.

Ao recorrer a um crédito consolidado, terá a possibilidade de liquidar de uma só vez os 7 mil euros de dívida e ficar com apenas uma prestação mensal mais baixa do que as anteriores, graças a taxas de juro mais competitivas e um prazo de reembolso mais alargado. Poderá também solicitar um financiamento adicional para utilizar, por exemplo, na compra de um carro novo ou no pagamento de propinas.

Normalmente, ao pedir um crédito consolidado, conseguirá poupar até 60% em prestações, o que lhe dará uma grande folga orçamental todos os meses.

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Por exemplo, vamos imaginar que entra na página de crédito consolidado do UNIBANCO e pede 10 mil euros a pagar em 84 meses para liquidar os créditos que tem em mãos e que pretende requerer mais 3 mil euros para remodelar um quarto.

Utilizando o simulador de crédito consolidado da instituição bancária para os valores que pretende, esta instituição apresenta-lhe uma prestação mensal de 187,33 euros*, o equivalente a uma poupança mensal de 262,67 euros.

Com esta poupança, a sua taxa de esforço irá passar de 47,3% para:

Taxa de Esforço depois do Crédito Consolidado: 187,33 / 950 x 100 = 19,7%

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*A simulação apresentada diz respeito a um financiamento de 10.000 €, a pagar em 84 mensalidades de 187,33 €. TAN 13,450% e TAEG 15,6%. MTIC 15.912,15 €.

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