V.N. de Famalicão
Famalicão está no caminho do desenvolvimento sustentável
O diretor-geral de Desenvolvimento e Cooperação da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), o famalicense Jorge Moreira da Silva, elogiou ontem o Município de Vila Nova de Famalicão pela preocupação que tem demonstrado com as questões do desenvolvimento sustentável, numa altura “em que ainda não existem assim tantos municípios que tenham abraçado esta causa”.
O responsável falava esta terça-feira, 2 de março, na apresentação do Relatório de Sustentabilidade e Responsabilidade Social de Famalicão, documento elaborado pela segunda vez na autarquia famalicense e que pretende dar a conhecer a atividade municipal de uma forma integrada e global evidenciando o seu contributo para a promoção da sustentabilidade e da responsabilidade social no território, dando conta do que está a ser feito e como está a ser feito, onde são investidos os recursos (financeiros, materiais ou humanos) e como se está a cumprir o plano estratégico delineado.
Durante a apresentação, Jorge Moreira da Silva defendeu que o impacto do atual contexto pandémico na área social, económica e ambiental justifica e requer uma “preocupação cada vez maior” com a Agenda2030 para o Desenvolvimento Sustentável. O representante da OCDE salientou ainda o “papel determinante” que os municípios têm em todo este processo e elogiou o trabalho até agora desenvolvido nesta área pela autarquia famalicense, revelador de “um grande espírito de transparência e de uma grande vontade de envolver os cidadãos”.
O presidente da autarquia fala também num “exercício de transparência” e considera que o recém-lançado Relatório de Sustentabilidade e Responsabilidade Social é uma ferramenta de trabalho para que os próprios governantes possam avaliar o seu desempenho, mas é sobretudo importante para que a comunidade “saiba o que está a acontecer na ação municipal e o quanto estamos a contribuir para os desígnios mundiais”.
Paulo Cunha falou ainda numa nova dimensão da sustentabilidade – a sustentabilidade democrática. “Precisamos de ter uma relação com os nossos cidadãos que seja suficientemente estimulante para que eles se relacionem com a gestão do próprio território. É preciso mobilizar e cativar as pessoas para que elas sintam que podem contribuir e este relatório é mais uma etapa neste processo de diálogo com a comunidade”, acrescentou o edil.
Ao diretor municipal da autarquia famalicense, Vítor Moreira, coube a apresentação do relatório, cuja estrutura assenta nos 4 pilares da sustentabilidade – governança, economia, social e ambiental – e cujos dados são referentes aos anos de 2018 e 2019.
O responsável autárquico fez uma breve leitura dos indicadores da atividade municipal e do desenvolvimento do concelho que constam no relatório relativos a áreas como a igualdade de género, segurança, internacionalização, emprego, turismo, solidariedade, educação, desporto, juventude, cultura, energia, espaços verdes, entre outras.
Recorde-se que o Relatório de Sustentabilidade e Responsabilidade Social de Famalicão está disponível para consulta em https://issuu.com/municipiodefamalicao/docs/rsrs_2020.
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