V.N. de Famalicão
Agentes culturais deram contributos para Plano de Ação para a Cultura de Famalicão
No encerramento do fórum, a vereadora da Cultura, Susana Pereira, reforçou “o compromisso do Município em construir um plano útil e exequível, ancorado na escuta e na participação”
Antes de qualquer definição estratégica, o Município de Vila Nova de Famalicão decidiu ouvir quem faz cultura no território. Foi esse o ponto de partida do 1.º Fórum Cultura.30, uma sessão de trabalho que juntou cerca de uma centena de agentes culturais do concelho e que marcou mais uma etapa no processo de construção do futuro Plano de Ação para a Cultura.
A iniciativa decorreu no sábado, 31 de janeiro, na Casa das Artes de Famalicão, e reuniu agentes culturais famalicenses, representantes de entidades parceiras e colaboradores de vários serviços municipais. O encontro inseriu-se no percurso participativo que a autarquia está a desenvolver com vista à definição de uma estratégia cultural para o concelho.
Ao longo da sessão, foi apresentado o enquadramento das políticas culturais a nível nacional e europeu, bem como uma síntese do diagnóstico realizado e dos desafios considerados prioritários para a atividade cultural em Vila Nova de Famalicão. O programador e produtor cultural Luís Sousa Ferreira, convidado para intervir, destacou a centralidade da cultura na vida coletiva e nas políticas públicas, defendendo-a como um fator de transformação do território. Nesse contexto, sublinhou o seu papel essencial para a democracia, através da “participação”, do “pensamento crítico” e do “acesso plural à criação e fruição cultural”.
Os participantes foram depois envolvidos em dinâmicas de grupo, onde colaboraram na identificação de desafios e na construção de propostas, procurando transformar ideias em sugestões de ações concretas. Esses contributos serão agora integrados no futuro Plano de Ação para a Cultura, que o Município se encontra a elaborar.
No encerramento do fórum, a vereadora da Cultura, Susana Pereira, reforçou “o compromisso do Município em construir um plano útil e exequível, ancorado na escuta e na participação”, assegurando a continuidade do trabalho iniciado “numa lógica de corresponsabilização com os agentes culturais e a comunidade”. A autarca sublinhou ainda “o papel estruturante da cultura nas políticas públicas e no desenvolvimento do concelho”, defendendo a necessidade de transformar o diagnóstico e os contributos recolhidos em “medidas concretas, com prioridades claras e impacto efetivo em Vila Nova de Famalicão”.
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