Santo Tirso
Escultura produzida em homenagem à cidade de Santo Tirso

O Museu Internacional de Escultura Contemporânea conta com uma nova obra, produzida por Robert Schad. A escultura, denominada “Tirsa”, homenageia o nome da cidade de Santo Tirso e está colocada junto à Fábrica de Santo Thyrso.
“Quando me desafiaram a instalar uma peça em Santo Tirso, considerei que deveria estar relacionada com a cidade e por isso o nome “Tirsa”, explicou Robert Schad, o autor da mais recente peça que faz parte do Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC). A escultura, feita em metal, tem 4,5 metros de altura e 1,2 metros de largura, alude para a vocação têxtil da cidade e da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos, próxima do local onde foi instalada e através da qual se liga através do “diálogo” com a chaminé.
Através da memória descritiva da escultura, a autarquia tirsense dá conta de que “Tirsa”, construída em aço corten maciço, caracteriza-se por ser feita por “linhas que se agregam em conveniências fluídas e erráticas, desenhando percursos marcados por interseções, inflexões, novos caminhos e sentidos que sugerem passagens e momentos, formalizando uma dimensão intemporal”.
“A peça, de forte depuração formal, assume uma métrica coreografada, estruturando uma linguagem que desenvolve um sistema no qual a prática artística é, fundamentalmente, entendida como composição, como se de um bailado se tratasse, assumindo um equilíbrio desafiante e improvável, transmitindo um ritmo intenso que incorpora uma dimensão espiritual, alicerçada em referências patrimoniais e identitárias de grande significado histórico”, explica ainda.
A utilização daquele material justifica-se pela intenção do autor de dar “uma perspetiva de leveza”, tendo sido necessário “criar uma peça maciça que desse peso à leveza”.
Robert Schad, que já tinha estado ligado ao MIEC através da exposição “Entre o Tempo”, surge agora no leque de artistas com peças que integram o acervo do museu, do qual se destacam nomes como Pedro Cabrita Reis, Fernanda Fragateiro, Júlio Le Parc, Fernando Casás, Carlos Criz Diez e Alberto Carneiro, artista de S. Mamede do Coronado (Trofa) e mentor do MIEC. Galardoado com vários prémios internacionais, Robert Schad conta com um vasto leque de obras em espaços públicos, sendo que a “Cruz Alta”, no Santuário de Fátima, é uma das mais conhecidas.
Das 57 esculturas espalhadas por seis polos da cidade tirsense há ainda uma assinada pelo artista belga Paul Van Hoeydonck, que tem uma obra sua na Lua.
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